Hoje passei uma parte do meu dia
tentando formar um “quebra-cabeça” e até agora, confesso, não consegui
montá-lo. Acho que depois de um filme de suspense fantástico que assisti ontem
à tarde: “Sacrifício”. Deixei aflorar em mim o espírito investigativo. O
problema é que minha investigação se baseia em palavras, um emaranhado de
palavras desconexas que não fazem muito sentido. Talvez façam para que as
verbalizou, para mim tem umas peças que não se encaixam.
Estou pensando que tudo que aprendi na vida sobre o ser humano
desaprendi ontem, mas isso não é mau, acho bom saber que nada sei e que ainda
me resta aprender muitas coisas. Como uma criança que aprende a andar estou
reaprendendo a admitir que ajo infantilmente “algumas” vezes.
Por que será que Deus permite que pessoas surjam nas nossas vidas com
dramas tão parecidos como os que já vivemos e apenas o silêncio é a arma para
entender o que a alma e não boca quer dizer?
Por que será que fugimos de nós mesmos? Por que será que entendemos tudo
errado? Por que não somos mais práticos no que sentimos? Por que jogamos as
peças paro ar e depois não conseguimos montar.
Volto ao “quebra-cabeça” e concluo com o poeta Fernando Pessoa que tinha razão ao dizer: “As
vezes ouço passar o vento; e só de ouvir o vento passar, vale a pena ter
nascido”.
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